Uso de antioxidantes naturais em queijo Minas frescal - Revisão
DOI:
https://doi.org/10.14295/2238-6416.v78i3.943Palavras-chave:
ácidos graxos, colesterol, conservante, oxidação lipídica.Resumo
O queijo Minas Frescal é relevante fonte nutricional na dieta, e seu consumo é expressivo e crescente. Entretanto, os ácidos graxos insaturados e colesterol presentes em sua fração lipídica são suscetíveis à oxidação, com implicações em questões de saúde devido a perdas na qualidade e formação de compostos nocivos aos consumidores. Em virtude da importância dos lácteos, associado à valorização da qualidade alimentar em consonância com práticas limpas de produção, destaca-se a importância da fração lipídica, com identificação da composição de ácidos graxos e teor de colesterol. A indústria de alimentos utiliza várias estratégias para o uso dos antioxidantes a fim de reduzir a oxidação lipídica e aumentar o prazo de validade. As ervas e especiarias são ingredientes naturais que têm sido amplamente utilizadas não apenas como aromatizante de alimentos, mas também por seus atributos de saúde. O presente estudo trata-se de uma revisão de literatura sobre a composição lipídica do queijo Minas Frescal e o uso de aditivos naturais para a proteção à oxidação lipídica. Assim, o uso de fontes vegetais no queijo Minas Frescal, além de conferir sabor, aroma e cor, são opções de conservantes naturais em substituição aos aditivos sintéticos, com presença de compostos antioxidantes, antimicrobianos e anticancerígenos, com potencial proteção às reações indesejáveis, atendendo à demanda dos consumidores por alimentos saudáveis.
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